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Port e Export
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Escrito por Carlos Tavares de Oliveira
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Seg, 06 de Maio de 2013 21:24 |
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Pelos resultados do primeiro trimestre e os planos do novo governo chinês verifica-se que o gigante asiático continuará contribuindo de forma decisiva para recuperação da economia mundial, particularmente a do Brasil.
O detestável preconceito junto à evidente má vontade, por questões político-religiosas (não consideradas pela coluna), a maioria da mídia não divulga algumas importantes informações sobre a China. Na realidade, a nova superpotência fechou o ano de 2012 com excelentes resultados: o Produto Interno Bruto (PIB) – dentro da taxa-média de crescimento de 10% desde 1979 – aumentou 7,8% (contra apenas 2,2% dos Estados Unidos e -0,3% da União Europeia). Mantendo-se na liderança do comércio internacional, a balança chinesa (importação/exportação) totalizou US$ 3,87 trilhões contra US$ 3,82 trilhões dos EUA.
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Port e Export
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Escrito por Carlos Tavares de Oliveira
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Dom, 31 de Março de 2013 18:29 |
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No momento em que a questão portuária passou a ocupar o noticiário e entrou na pauta do Congresso com a discussão da Medida Provisória 595, torna-se oportuno revelar alguns dados importantes sobre esse grande complexo holandês. Principal porto europeu, com moderna e perfeita estrutura, Roterdã pode, de fato, servir de exemplo para aproveitamento no sistema brasileiro.
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Port e Export
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Seg, 11 de Março de 2013 10:45 |
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Estava certa a presidenta Dilma Rousseff quando, em 6 de dezembro, assinou a Medida Provisória 595, que revogou a Lei 8630/93, abrindo os portos para necessária renovação. A propósito, no artigo “Portos, copiar a melhor opção” (junho 2012), a coluna justificava plenamente a medida: “Promulgada há 19 anos, a Lei 8630/93, que era conhecida como de modernização dos portos, tornou-se obsoleta e, agora, até verdadeiro entrave ao melhoramento e expansão do setor”.
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Sex, 01 de Fevereiro de 2013 17:50 |
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“Quando a China despertar, o mundo tremerá”. Foi com essa notável previsão que Napoleão Bonaparte respondeu à consulta do lorde Amherst, sobre o sonho da Inglaterra de invadir e dominar a China. Esse fato histórico ocorreu em 1º de julho de 1817, quando o ex-imperador francês era prisioneiro dos ingleses na ilha de Sta Helena, sem nunca ter ido à China, mas, como estrategista bem informado, sabia do potencial do gigante asiático, que tinha a mais antiga civilização e a maior população. Além de possuir a maior produção (agrícola/industrial) interna bruta do mundo.
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Escrito por Carlos Tavares de Oliveira
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Qui, 03 de Janeiro de 2013 22:10 |
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Regressando da visita aos portos chineses, passei por Paris para atualizar conhecimento e informações sobre a modelar rede de transporte fluvial liderada pelo rio Sena. Desta vez a surpresa foi a notícia – colhida na sede do Port Autonome de Paris (PAP) órgão público que administra o sistema Sena – da reforma, por decreto, da Voies Navigables de France (VNF), repartição federal responsável pelo modal em todo o país.
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